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Bolonha é um destino ótimo para um fim de semana prolongado!
Cidade universitária (a mais antiga do mundo, dizem), Bolonha prima pelo bom ambiente, cultura e património. Além do mais, tem uma gastronomia incrível! Vinhos da região, queijos, a famosa mortadela, as massas (com destaque para os tortellini), os molhos (entre eles, o ragu) e as sobremesas…prepare-se: é mesmo de comer e chorar por mais!

Saindo da estação de comboio, seguimos até à Praça XX Settembre, onde se ergue a Porta Galliera (século XIV), que deve o seu nome à antiga fortaleza Galliera existente. Da fortaleza restam apenas vestígios. Ao lado, sobressai a escadaria do Jardim de la Montagnola, de acesso ao parque localizado na Via Independenza. Além de espaços verdes e trilhos pedestres, vislumbra-se uma fonte (por acaso, na altura em que fomos, estava em manutenção) decorada por esculturas lindíssimas. Cruzamo-nos com uma feira de velharias e, mais à frente, uma verdadeira feira com tudo e mais alguma coisa.

Na Via Piella, procuramos a Porta Govese (século XII), parte do segundo círculo de muralhas da cidade. Naquela artéria, junto a uma janela amontoam-se turistas para tirar fotografias. Da janela vê-se o canal de Moline, um dos cinco canais que atravessam Bolonha. Do outro lado da Via Piella, vê-se a ponte sobre o canal e um portão carregadinho de cadeados.

Percorre-se facilmente o centro histórico de Bolonha. Ao longo do percurso, vamos passando por vários pórticos, um símbolo da arquitetura da cidade presente desde o século XII em toda a cidade. Albergam a passagem por ruas mais procuradas pelo comércio e turismo.

Chegamos ao coração de Bolonha, a Piazza Maggiore, cuja origem remonta ao século XII. Aqui se encontram os principais edifícios históricos e monumentos da cidade, como a Fonte de Neptuno (século XVI), a Torre do Relógio do Palazzo Accursi (século XIII), o Palazzo Re Enzo (século XIII), o Palazzo del Podestá (século XII) ou a Basílica de S. Petrónio (século XIV).

Tivemos a oportunidade de assistir à projeção de uma ópera numa tela gigante instalada na Piazza Maggiore. Durante o verão, existe uma programação cultural regular neste espaço. As noites – quentes – proporcionam momentos destes ao ar livre.

Continuamos o nosso passeio até à Piazza di Porta Ravegagna onde se situam as torres Asinelli e Garisenda, símbolos de Bolonha.

A torre Asinelli é a única que está aberta ao público. Construída no século XII, tem 97,2 metros de altura. É possível subir os 498 degraus e apreciar a vista incrível para a cidade.

Já a torre Garisenda, construída no mesmo século, tem cerca de 47 metros de altura e está ligeiramente inclinada devido a problemas nas suas fundações.

Seguimos até à Piazza della Mercanzia, onde, no século XIV, foi construído o Palazzo della Mercanzia que alberga a Câmara do Comércio.

Mais à frente, surge o Complexo Santo Estevão, conhecido pelas sete igrejas de diferentes eras, das quais se destacam as do Crucifixo, Santo Sepulcro, Calvário, Santos Vital e Agrícola, e Trindade.

Na rua, proliferam as esplanadas e as gelatarias. E gente, muita gente!

Adoramos Bolonha! É uma cidade perfeita para escapadinhas.

 


 

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