No nosso périplo pela Suíça, seguimos até Morges, cidade do cantão de Vaud, banhada pelo Lago Léman e conhecida pelas suas vinhas. Em frente, na outra margem, avistamos a cidade francesa de Évian- les- Bains, emoldurada pela cadeia montanhosa. Sobressai o Monte Branco, a mais alta montanha dos Alpes e da Europa Ocidental, com 4807 metros.
O centro histórico de Morges está decorado com flores! Em todo o lado, encontramos canteiros de flores coloridas, sobretudo túlipas. Sim, Morges é conhecida pelas túlipas e até lhes dedica anualmente uma festa na primavera! Vale a pena visitar o Parc de l’Indépendance para apreciar a imensa variedade de flores e árvores.
Percorremos o mercado de rua, ao sábado na Grand-Rue, aberta apenas a peões. Além de fruta, legumes e flores, vende-se antiguidades, roupa e acessórios, livros, bebidas e comida.
Prosseguimos até ao Castelo de Morges. Construído no século XIII por Luís, Duque de Saboia, alberga atualmente cinco museus.
O Museu Militar apresenta uma coleção de armas, armaduras e uniformes, que retratam a história militar do cantão de Vaud e da Suíça, desde a Idade Média até à Guerra Fria. Também o Museu de Artilharia acolhe cerca de 40 armas de fogo e dá a conhecer a história dos canhões desde as guerras de Burgundy (século XV) até aos dias de hoje.
No Museu Suíço de Figuras Históricas, encontramos 10 mil figuras da coleção de Raoul Gérard em quase 50 dioramas e recriações. Já o Museu da Polícia, inaugurado em 2006, conta a história do corpo policial de 1803 até à atualidade.
Por fim, o Museu Paderewski, dedicado a Ignace Jan Paderewski (1860-1941).
Político, compositor e pianista de origem polonesa, viveu na propriedade Riond-Bosson entre 1897 e 1940. O museu apresenta fotos, cartas, documentos originais, partituras, móveis e objetos pessoais.
Saindo do Castelo de Morges, seguimos até à marina, onde estão atracadas inúmeras embarcações. Deparamo-nos com a presença de patos e cisnes. É incrível o equilíbrio que existe entre cidade e natureza.
Os habitantes de Morges tiram partido da proximidade do lago, fazendo passeios de barco, praticando SUP- Stand Up Paddle ou simplesmente caminhando pela borda do Léman. Os jardins enchem-se de piqueniques e as ciclovias de bicicletas. A vida é simples e maravilhosa. Às vezes, basta aproveitar o que a natureza nos dá.
Qual será a próxima cidade suíça que vamos conhecer?
Não percam “as cenas dos próximos capítulos”!
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